Em vez de um plano de cortes de mais de mil milhões de euros, o Documento de Estratégia Orçamental conta com poupanças de 537 milhões de euros nas chamadas gorduras do Estado, escreve o Diário Económico.

Em contrapartida, vai buscar 350 milhões com aumento de impostos e contribuições sociais. Primeiro o plano era que o corte de 1400 milhões viesse todo da despesa, agora quase 40% da consolidação está do lado da receita.

No total, prevê-se arrecadar 823 milhões, quase metade dos 1400 milhões que foram anunciados antes.

Dos 350 milhões, 150 milhões serão provenientes do aumento do IVA para 23,25%, 100 milhões virão do agravamento da taxa social única para 11,2% e outros 100 milhões com aumentos de impostos específicos sobre o consumo.