Portugal é visto pelo Fundo Monetário Internacional como um bom exemplo ao nível dos baixos custos laborais.

A publicação "Conselhos do FMI sobre assuntos do mercado de trabalho", refere que «no final de 2011, o salário mínimo da Grécia era substancialmente mais alto do que o dos seus concorrentes mais próximos, 50% mais alto do que em Portugal e 17% acima de Espanha, por exemplo».

A instituição liderada por Christine Lagarde sublinha que para repor a competitividade, a Grécia reduziu em 22% o salário mínimo em 2012.

O elogio foi para o salário mínimo português, que está 21% abaixo do nível grego e que durante muitos anos foi 50% inferior.

Apesar de apontar Portugal como uma economia de baixo custo relativo, o FMI defende que o país deve ajustar as regras do mercado de trabalho para se tornar uma potência exportadora.