A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação caiu para 1,112% em maio, renovando novos mínimos. São menos 0,020 pontos percentuais face a abril, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística. Já a prestação média vencida para a globalidade dos contratos foi de 238 euros, idêntica ao do mês anterior.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro implícita foi 2,065%, inferior em 0,005 pontos percentuais ao observado no mês anterior.

No destino de financimento Aquisição de Habitação, o mais relevante no crédito à habitação, a taxa de juro implícita no conjunto de contratos fixou-se em 1,124% (1,143% em abril). Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro passou de 2,039% em abril para 2,026% em maio. 

Se em termos mensais o valor médio da prestação vencida manteve-se nos 238 euros, no balanço dos últimos 3 meses, baixou sete euros para 301 euros.

O montante de capital médio em dívida para a totalidade dos contratos de crédito à habitação situou-se em 51 874 euros em maio. Caiu 48 euros em comparação com abril abril. Já pegando em março, abril e maio, ascendia a 85 271 euros.

O INE divulgou ontem que o preço das casas teve a maior subida dos últimos dois anos, entre janeiro e março, o que não impediu a capital de portuguesa de assinalar o melhor desempenho desde 2010 na venda destes imóveis.

A prestação da casa voltou a descer este mês. Os valores negativos das taxas de juro continuam a favorecer os clientes que têm crédito à habitação.