O crédito concedido para consumo aumentou 16,3% em janeiro, face ao período homólogo, para 385,2 milhões de euros mas diminuiu em 100 milhões de euros (20,6%) na comparação com dezembro, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal. Os empréstimos para educação e saúde, esses, aumentaram 82,5%, no espaço de umano.

O crédito pessoal com finalidade ‘educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos’ foi, de facto, aquele que apresentou a maior subida, com o número de novos contratos a quadruplicar em termos homólogos (mais 303,6%), mas a recuar 2,1% face a dezembro, para um total de 557 contratos. Em termos de valor, a subida é, lá está, de valor a subir 82,5% em termos homólogos e a cair 8,2% em cadeia, para 3,084 milhões de euros.

Já os créditos pessoais "sem finalidade específica, lar, consolidado e com outras finalidades" diminuíram, em número, 0,5% homólogos e caíram 20,9% em cadeia e, em montante, aumentaram 6,5% face a janeiro de 2015 e recuaram 16,2% face ao mês anterior, para 161,847 milhões de euros.

No que respeita ao crédito automóvel, os créditos para aquisição de automóveis novos, em locação financeira ou ALD, totalizaram os 21,114 milhões de euros, menos 6,9% do que em janeiro de 2015 e menos 38,2% do que em dezembro.

Com reserva de propriedade e outros (também veículos novos) foram emprestados 29,743 milhões de euros, o que representou um aumento de 48% em termos homólogos (-36,2% face ao mês anterior).

Quanto aos novos contratos de crédito relativos a cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, viram o respetivo montante aumentar 19,2% em janeiro de 2016 face ao mesmo mês de 2015 e descer 20,6% face a dezembro de 2015 para 385,218 milhões de euros.

No total, em janeiro foram efetuados 103.746 novos contratos de crédito aos consumidores, mais 15,2% do que no mesmo mês de 2015, mas menos 20,4% do que no mês anterior.