A Boeing vai cortar cerca de 4.500 postos de trabalho até meio do ano, num esforço mais amplo para reduzir custos, em resultado da forte concorrência da Airbus. As saídas visam o setor dos aviões comerciais, mas também, embora em menor grau, a divisão que realiza testes de voo e de laboratório, adianta a Reuters, que cita mais do que um porta-voz da empresa. 

Do total de saídas, 1.600 trabalhadores optaram por deixar a empresa no âmbito de um programa voluntário de rescisões anunciado no mês passado. O resto dos cortes ainda está por definir. 

Os alvos serão, também, centenas de cargos executivos e de gestão, mas não mediante demissões involuntárias.

Para além disso, a fabricante de aviões também vai cortar cerca de 10% dos 5.700 postos de trabalho da divisão de teste e avaliação, que realiza testes de voo e de laboratório. Ou seja, mais 570 saídas. 

No final do ano de 2015, a empresa empregava 161.400 empregados no total.