A comissão de inquérito parlamentar ao Banco Espírito Santo e ao Grupo Espírito Santo arrancou em novembro de 2014,  quatro meses depois do colapso, a 31 de julho de 2014. E com uma lista de 113 pessoas para ouvir. Já entrámos em 2015 e, até agora, prestaram o seu contributo as primeiras 30, em 21 dias. Grande parte das audições durou longas horas. 

Até agora, foram tantas as versões sobre a história da queda de um banco, um grupo e uma das famílias mais poderosas do país e tantas passagens de culpas de uns para outros. 

O BES deixou de existir. Virou tóxico. Nasceu o Novo Banco. E, com ele, os trabalhos dos deputados para apurar, afinal de contas, o que e quem fez desmoronar, como e porquê, um daqueles que já foi o maior banco privado português. As consequências da derrocada foram sentidas na pele - e ainda estão a ser -  por muitos portugueses e empresas.

Nesta infografia, se clicar nas caras dos protagonistas, terá acesso a um resumo sobre o que de mais relevante foi dito por cada um deles. Um dado consensual é que Ricardo Salgado era o líder incontestável do grupo e do banco. Daí estar ao centro, com todos os outros a gravitarem à sua volta.