A Comissão Europeia divulgou esta quinta-feira a «lista negra» das companhias aéreas proibidas de voar para a União Europeia (UE), registando «progressos» no caso de Moçambique, mas ainda insuficientes para as transportadoras do país receberem luz verde para operar na Europa. 

A Comissária europeia para os Transportes, Violeta Bulc, destaca os progressos e explica a situação das outras empresas.

«Estou satisfeita por ver que se registaram progressos em alguns países cujas transportadoras estão incluídas na lista, nomeadamente Filipinas, Sudão, Moçambique e Zâmbia. Esperemos que estes progressos possam levar a uma decisão positiva no futuro».


As mais de 300 companhias aéreas afetadas são da Líbia, Libéria, Afeganistão, Angola, Benín, República do Congo, Guiné Equatorial, Yibuti, Eritrea, Gabón, Indonésia, Casaquistão, Moçambique, Nepal, Filipinas, Serra Leoa, São Tomé e Príncipe, Gana, Sudão e Zambia.

No entanto há exceções: a transportadora angolana TAAG pode operar na UE com um total de nove aviões de tipo Boeing, cinco B777 e quatro B737-700, que fazem ligação a Lisboa.

Já a Líbia entrou na lista.

«A situação no país impede que a Autoridade de Aviação Civil cumpra as suas obrigações referentes à segurança».


Na «lista negra» constam um total de 310 empresas de 21 estados.