Muitos trabalhadores vão ter direito a gozar mais três dias de férias.

As empresas abrangidas por contratos coletivos de trabalho que prevêm mais de 22 dias de férias vão ter mesmo de atribuir esses dias extra.

Tiago Cortes, especialista em Direito Laboral, diz que esta situação é uma «machadada às empresas».

Recorde-se que esta obrigação resulta do chumbo do Tribunal Constitucional a algumas normas do Orçamento do Estado.