Os trabalhadores do Novo Banco estão preocupados com o emprego e o futuro do fundo de pensões. Os receios foram transmitidos esta quarta-feira em reuniões com a CGTP e a UGT.

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, afirmou que a central sindical está solidária com as preocupações dos trabalhadores do Novo Banco. E lembrou que a culpa da atual situação «é dos responsáveis que continuam impunes sem que, até agora, sejam conhecidas medidas de fundo».

No final das reuniões João Matos, coordenador da comissão de trabalhadores, manifestou-se preocupado com a liquidez do fundo de pensões. O receio estende-se a uma eventual redução de funcionários da instituição financeira.