O Governo quer executar uma garantia bancária de oito milhões de euros que a Galp entregou como caução, depois de assinar um contrato com o Estado para a construção de uma central elétrica em Sines, escreve o Público.

Na altura, a empresa justificou a desistência afirmando que o projeto não teria sustentabilidade económica e que a importância do projeto para o sistema elétrico nacional tinha desaparecido.

A garantia foi entregue em 2007, mas a Galp renunciou à licença de produção em 2013. A garantia continuou depositada na CGD, e agora a petrolífera foi notificada de que a licença caducou e que a garantia será executada por não ter respeitado a obrigação de iniciar a produção nas datas prometidas.

A Galp tem cerca de duas semanas para responder à notificação e pagar a caução de forma voluntária, caso contrário a garantia deverá ser automaticamente acionada.