O Instituto da Mobilidade e dos Transportes revelou esta quarta-feira estar a desenvolver e a testar formas de aumentar a eficácia na emissão/revalidação de cartas de condução, que chega a demorar um ano ou mais, admitindo ter recursos «escassos».

«O IMT encontra-se a desenvolver aplicações informáticas para aumentar a eficácia e eficiência dos procedimentos relativos à emissão/revalidação de cartas de condução, através da simplificação, desburocratização e desmaterialização de processos», explicou fonte oficial da instituição, a propósito de uma reportagem divulgada na terça-feira pela Lusa.

Numa resposta escrita à Lusa, o Departamento de Difusão da Informação Pública da sede do IMP admite que o processo retira «recursos, que já de si são escassos, a outras tarefas» e adianta estar em curso um «projeto conjunto com a Direção-Geral da Saúde» para «simplificar o procedimento quanto ao atestado médico eletrónico».

O instituto espera, assim «permitir maior celeridade e fiabilidade aos dados inseridos».

Na resposta enviada à Lusa, o IMT acrescenta «esperar a breve prazo» que «os esforços aplicados no desenvolvimento de aplicações informáticas» deem «resposta célere às diversas solicitações no âmbito das competências do IMT».

O IMT esclarece ainda que as aplicações informáticas estão a ser testadas «através de [um] projeto-piloto em curso, com especificações próprias».