O secretário-geral da UGT afirmou esta terça-feira que trabalhadores que tiveram reformas antecipadas na Carris e Metropolitano de Lisboa, com as respetivas compensações em complementos de pensão, arriscam agora cortes de 70 por cento nos seus rendimentos.

Carlos Silva falava aos jornalistas no final de uma reunião com a direção do Grupo Parlamentar do PS, durante a qual referiu que trabalhadores com reformas antecipadas de duas empresas do setor empresarial do setor empresarial do Estado, casos da Carris e do Metropolitano de Lisboa, estão em risco de ver «desbaratados os seus complementos de pensão».

«Isso significa que, a partir deste mês de janeiro, milhares de pessoas dessas empresas vão ter cortes nos seus rendimentos disponíveis mensais na ordem dos 70 por cento em alguns casos», apontou o secretário-geral da UGT.