"Sendo o ministro da Agricultura uma pessoa que conhece muito bem o setor e que, em primeiro lugar já foi ministro, e que em segundo lugar participou ativamente na PAC, sendo o relator dos dois principais relatórios desta política [enquanto deputado europeu], está muito por dentro dos problemas, é uma pessoa com quem estamos habituados a falar e cuja linguagem é a mesma", disse aos jornalistas João Machado no final de uma reunião com Capoulas Santos, no Ministério da Agricultura, em Lisboa.






"Tivemos ocasião de delinear algumas estratégias para o futuro no sentido de tentarmos que aquilo que é fundamental para os agricultores, que é poderem candidatar-se e poderem ver os seus projetos aprovados e terem o investimento despachado a tempo e horas para poderem contribuir dessa maneira para o desenvolvimento do país e para a criação de emprego e para as exportações".








"As declarações que fizemos tinham um enquadramento. O Presidente da República chamou-nos lá para dar a nossa opinião e nós demos a nossa opinião e quisemos torná-la pública para que fosse clara. Quem decide é o Presidente da República e, uma vez tomada a decisão e tendo este Governo passado no parlamento, essa questão deixou de fazer sentido", frisou.