
O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI20, fechou esta sexta-feira a valorizar 0,87 por cento para 4.838,63 pontos, em linha com as praças europeias, com os títulos da Galp e da Portugal Telecom em destaque.
Das 19 cotadas que compõem o PSI 20, doze encerraram com ganhos, uma fechou inalterada (Mota Engil, nos 1,00 euros) e seis encerraram no vermelho.
Os títulos da Portugal Telecom (PT) foram os que mais subiram na sessão e fecharam a apreciar 2,50 por cento para 3,69 euros.
Também as ações da Galp impulsionaram os ganhos na sessão e terminaram o último dia da semana a valorizar 2,45 por cento paras 10,89 euros.
A Semapa apreciou 1,73 por cento para 5 euros, a EDP ganhou 1,35 por cento para 1,96 euros e a Zon subiu 1,2 por cento para 2,19 euros.
A Sonaecom valorizou 1,12 por cento para 1,26 euros, seguida da Ren que apreciou 0,79 por cento para 2,04 euros. Já os títulos da Sonae Indústria ganharam 0,76 por cento para 0,53 euros, ao passo que os da Portucel ganharam 0,37 por cento para 1,89 euros. As ações do BPI, da Sonae e da EDP Renováveis também ganharam valor na sessão e fecharam com ganhos entre 0,37 por cento e 0,22 por cento, respetivamente.
Pela negativa, os títulos do Espírito Santo Financial Group (ESFG) foram os que registaram as maiores perdas na sessão e caíram 1,33 por cento para 5,2 euros.
Ainda na banca, BCP e BES também recuaram ao ceder 1,01 por cento e 0,75 por cento para 0,10 euros e 0,53 euros, respetivamente.
Esta semana foi de perdas para a generalidade dos índices de ações, com o pessimismo a afetar especialmente as bolsas americanas, uma vez que os investidores estão pouco confiantes no desempenho das empresas na época de apresentação de resultados que agora se iniciou e perante a ausência de sinais claros nas Atas da última reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed) de que o banco central irá tomar de medidas de estímulo adicionais.
Na Europa, a crise de dívida soberana continua a condicionar o sentimento, sendo de destacar, na terça-feira o anúncio de que os bancos espanhóis irão receber a primeira parcela de ajuda no valor de 30 mil milhões de euros ainda este mês, valor que poderá ser restituído dentro de 15 anos.
No entanto, as praças de referência europeias encerraram todas em terreno positivo, com destaque para a bolsa de Frankfurt (DAX), aquela que mais subiu (2,15 por cento).