Até o cancelamento da venda do Novo Banco, o Banco de Portugal já tinha assumido custos superiores a 17 milhões de euros com os seus assessores jurídicos e financeiros, escreve o Jornal de Negócios. Mas o cancelamento da venda pode representar poupanças para o regulador.

Segundo os contratos publicados no portal Base, o Banco de Portugal contratou três entidades no âmbito da venda da instituição. São cerca de 17 milhões de euros entre os contratos do BNP Paribas, TC Capital e a sociedade de advogados Vieira de Almeida.

O contrato mais significativo é o do BNP Paribas: o BdP fez um ajuste direto de 15 milhões de euros, e que prevê o pagamento de 250 mil euros por mês e uma remuneração pelo sucesso, no valor de 10 milhões. Esta cláusula de sucesso está associada, claro está, à conclusão da operação.

A TC Capital custou ao regulador 800 mil euros, com uma cláusula de sucesso de 500 mil euros.