Em Portugal, as marcas premium representam 23% das vendas de veículos novos, acima da média europeia que se situa nos 21%. O mais recente estudo do Observador Cetelem revela ainda que, em Portugal, a BMW estava na quarta posição de vendas em 2012.

À frente dos portugueses só os alemães e os ingleses que, em 2012, possuíam uma quota de marcas premium de 31% e 25%, respetivamente. A Alemanha regista a posição líder relativamente ao veículo premium, com as marcas mais vendidas a serem a Audi, BMW e Mercedes.

Já a Volkswagen (12,1%), Ford (7,4%), Opel (6,9%), Renault (6,8%) e Peugeot (6,1%) constituem o top 5 das principais marcas com maior representação no mercado europeu.

Na África do Sul as marcas topo de gama têm mais representação (14%). O país é seguido de perto pelos Estados Unidos, onde a taxa de penetração média das marcas premium é de 12%.

Na China, estas marcas representam apenas 8% das vendas de veículos novos, no entanto, o seu crescimento é fulgurante, na ordem dos 30% anuais.

No Japão, onde a indústria automóvel é o primeiro setor industrial e o principal empregador do país, o mercado é amplamente dominado pelas marcas locais, que representam cerca de 95% das vendas e que na sua generalidade não se encaixam na categoria de marcas premium. Consequentemente, o arquipélago nipónico possui uma das mais pequenas quotas de marcas topo de gama do mundo (5%).