«Quando estão em causa os interesses dos novos donos disto tudo, o primeiro-ministro abandona logo o mexilhão e o mexilhão português bem pode vir a pagar o calote da elite angola e o senhor primeiro-ministro parece viver muito bem com isto», acusou Catarina Martins.






«Tenho a certeza que, na comissão de inquérito, terá oportunidade de questionar o Banco de Portugal e os anteriores administradores do BES e do BESA sobre estes movimentos. O BES era um banco privado e as garantias oferecidas seja por quem for respeitam às instituições e, neste caso, sendo instituições financeiras, dizem respeito ao BdP».






«quando estava causa uma venda de favor a capital angolano»

«Não pode insistir que o Governo fez uma venda a favor a capitais angolanos, não é verdade, foi uma venda clara e com transparência. Podem auditá-la como quiserem. Eu não faço favores a ninguém nem peço favores a ninguém. Se tem provas, apresente-as», afirmou, visivelmente exaltado e com muito apoio das bancadas da maioria.


«Se não sabe o que é um favor, eu explico-lhe. Este Governo vendeu o BPN, ficando com todo o crédito malparado. Vendeu ao BIC por 40 milhões, por uns tostões, em linguagem de bancos. O BIC é provavelmente o único credito sem malparado do mundo, porque são os portugueses que o estão a pagar. E ainda deixou que o BIC despedisse trabalhadores do BPN com os custos a serem pagos pelo Estado português. A venda foi num valor abaixo de todas as avaliações feitas na altura. Por isso, sim, faz favores, e muitos. Está a vender o país ao capital estrangeiro», concluiu. 


fez um balanço de 2014

programa de estágios do Governo

privatização da TAP foi outro dos assuntos em destaque