José Manuel Espírito Santo Silva foi administrador executivo do Banco Espírito Santo e foi afastado do banco quando Ricardo Salgado saiu. Histórico apoiante do ex-presidente do BESde foi o primeiro interveniente na comissão de inquérito ao BES/GES a pedir «desculpa institucional», logo quando tomou a palavra.

«As minhas primeiras palavras vão para os clientes, investidores e colaboradores: Lamento profundamente o que aconteceu»

«Uma coisa são as responsabilidades individuais e isso será apurado pelas entidades competentes e eu assumo as minhas. Em meu nome pessoal e do ramo familiar que represento, quero deixar as primeiras palavras para essas pessoas, quem mais sofreu por tudo isso e merecem pedido de desculpa institucional».


Tem noção que o seu pedido de desculpa «não muda» o que aconteceu, mas diz que é seu «dever» fazê-lo.

O ex-administrador do BES, que dispensou intervenção inicial, respondia a Carlos Abreu Amorim (PSD), aproveitando para fazer esse mea culpa.

«Depois de termos tido algumas audições, é a primeira vez que aqui nesta comissão parlamentar de inquérito alguém dirige palavras aos clientes». «Em meu nome pessoal e do grupo parlamentar do PSD queria cumprimentá-lo exatamente por isso», afirmou depois Carlos Abreu Amorim.