O Banco de Portugal prolongou o mandato de Máximo dos Santos à frente do BES, o veículo que ficou com os ativos considerados problemáticos do ex-Banco Espírito Santo, segundo a informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O mandato foi “prorrogado” a partir desta segunda-feira “até ao prazo máximo de um ano” ou até “à data da revogação da autorização do Banco Espírito Santo” e, além de Máximo dos Santos, estende-se aos outros membros do Conselho de Administração e de Fiscalização.

Ficam assim prorrogados os mandatos do presidente do Conselho de Administração, Luís Máximo dos Santos, e dos vogais, César Bento Brito e Miguel Morais Alçada, assim como dos membros da Comissão da Fiscalização, José Vieira dos Reis, Rogério Manuel Fernandes Ferreira e Vítor Manuel G. Pimenta e Silva.