"Não havendo um mecanismo europeu de garantia de depósitos, as decisões da autoridade de resolução europeia têm consequências nacionais e as autoridades nacionais têm de acatar as consequências", adiantou Carlos Costa, lembrando que "há um impacto nacional quer da resolução, quer do eventual 'bail in' dos depósitos acima de 100 mil euros".

Em relação à União Bancária, Carlos Costa afirma que "está semi-construída e tem de ser adaptada às condições que vai funcionar (...) temos de avançar para um FRE devidamente fundeado (...) e temos de garantir um fundo de garantia de depósitos europeus".