«Há um desemprego resistente que vai demorar a resolver». A garantia é do governador do Banco de Portugal (BdP) que avança que esse desemprego estrutural será à volta de 12%.

Segundo Carlos Costa, «o grande número de desempregados é a consequência mais grave do ajustamento da economia» e há um tipo de desemprego que não tem fim à vista e vai ser difícil de resolver: é o chamado desemprego estrutural, que «vai continuar elevado».

«O setor das exportações não tem capacidade para contrariar a falta de emprego». Por isso, repor os níveis de bem estar-estar anteriores à crise vai demorar, acrescenta Carlos Costa.

Nesta encruzilhada «a confiança é palavra-chave» mas também é preciso cuidar de crias novas competências aos trabalhadores.