O BCE vai gastar, em 2015, 260 milhões de euros com os custos de passar a supervisionar diretamente os bancos, pelo que cobrará a essas instituições taxas que podem atingir os 15 milhões de euros nos grandes bancos.

O BCE lançou hoje a consulta pública sobre as taxas que passará a cobrar aos bancos pelo papel que vai assumir em novembro de Supervisor Único europeu, um dos pilares da futura União Bancária.

Segundo estima o BCE, serão gastos, no próximo ano, 260 milhões de euros com a supervisão.

Para fazer face a esse custo, o BCE vai cobrar taxas aos cerca de 130 grupos bancários que passarão a estar sob a sua supervisão.

A maioria dos bancos, considerou, pagarão entre 700 mil euros e dois milhões de euros por ano, enquanto os grandes bancos poderão ter de despender cerca de 15 milhões de euros.

Em Portugal, estarão sob a supervisão direta do BCE os bancos Caixa Geral de Depósitos, BCP, BES e BPI.