A Parvalorem entregou uma queixa-crime no Departamento Central de Investigação e Ação Penal contra os administradores do BPN, nomeados depois do banco ter sido nacionalizado.

Segundo o Diário de Notícias, a empresa pública responsável por gerir o buraco do BPN acusa os administradores nomeados pela Caixa Geral de Depósitos de gestão danosa e abuso de poder.

A acusação refere uma eventual concessão de crédito feito pelo BPN nos primeiros seis meses da nacionalização, um crédito que viria da Caixa Geral de Depósitos, com garantia do Estado.

Essa situação, refere a Parvalorem na queixa-crime, terá levado a perdas para o erário público, implicando o pagamento de 40 milhões de euros por ano em juros à CGD.