O BPI quer vender a sua participação de 50,1% no Banco Fomento Angola, avança o Jornal de Negócios. O Goldman Sachs está a contactar potenciais interessados.

A opção de venda surge devido às exigências do Banco Central Europeu, que impõe a redução da exposição do BPI a Angola. O banco tem de resolver o problema até março do ano que vem.

A venda do BFA é a alternativa menos desejada pela equipa de Fernando Ulrich, que não quis comentar. No final de junho, os lucros de angola representaram 88% do lucro do BPI.

No final de 2014, o excesso de exposição do BPI às obrigações do tesouro angolano era de 2.979 milhões de euros. A necessidade de redução de exposição advém do facto de a supervisão do país ter perdido o estatuto de equivalência face à fiscalização europeia, em janeiro.