"Acho que é um assunto chocante e que tem de ser devidamente explicado", afirmou Horta Osório, em declarações aos jornalistas à margem do Conselho da Diáspora, que decorreu no Palácio da Cidadela, em Cascais.


"Acho que tendo o banco recorrido a cerca de mil milhões de euros há dois anos atrás e agora ser injetado mais do dobro desse valor, este valor é demasiado para não ter um apuramento claríssimo das responsabilidades", enfatizou.


"Acho que deve ser feita uma auditoria independente que mostre aos contribuintes portugueses exatamente que negócios é que foram feitos, que originaram esta injeção da capital no banco, que créditos é que foram concedidos que não foram pagos, porque agora que o mal está feito acho que os contribuintes merecem saber com exatidão e transparência exatamente", defendeu.