Os tripulantes queixam-se do «ambiente laboral causado por uma gestão caracterizada por permanentes violações às regras laborais» estabelecidas pelo acordo de empresa, a par da adoção, por parte da TAP, de «ações persecutórias» aos tripulantes.

As queixas estendem-se a um «clima de tensão e desagrado por terem acedido a uma quantidade inédita de concessões em vista da recuperação da TAP sem que haja qualquer reconhecimento» por parte da empresa.