Os pilotos da easyJet da base de Lisboa cumprem esta terça-feira o primeiro de quatro dias de greve com a companhia aérea a afirmar que a maioria dos voos não será afetada ou está assegurada pelos serviços mínimos.

A greve foi convocada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) e deverá voltar a repetir-se na quinta-feira, a 31 de dezembro e a 01 de janeiro.

Segundo a companhia aérea de baixo, «a maioria dos voos programados para os dias 24 e 26 de dezembro não será afetada pela greve ou está assegurada pelos serviços mínimos», referindo que a «única exceção é para os voos para Berlim, Liverpool e Madrid, que poderão sofrer algum impacto».

Para estes voos, e de forma a «minimizar os inconvenientes» para os passageiros, a easyJet está a desenvolver o plano de contingência.

A companhia aérea recomenda aos passageiros que verifiquem o estado do voo no ¿site¿ da empresa (www.easyJet.com) antes de se dirigirem para o aeroporto, pois «poderão registar alguns atrasos».

O SPAC acusa a easyJet de não estar a cumprir os «acordos assumidos», de estar a criar «restrições e expedientes dilatórios que têm tornado impossível a celebração de um Acordo de Empresa» e de não estar a respeitar o «compromisso de transferência de alguns pilotos para o seu país de origem».

A estrutura sindical diz ainda que a easyJet assinou, a 20 de agosto, um acordo com os seus pilotos na base de Lisboa, mas não está a honrá-lo.

A easyJet tem 43 pilotos na base de Lisboa.