O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, afirmou ser imperioso criar um contrato coletivo de trabalho para todos os trabalhadores do handling, independentemente do seu operador, tendo qualificado ainda o aeroporto da Portela como «um antro de precariedade».

No dia em que os trabalhadores de assistência em terra das empresas Portway e Groundforce fazem uma greve conjunta de 24 horas, Arménio Carlos, que falava a uma centena de trabalhadores junto do aeroporto da Portela, em Lisboa, disse à Lusa que esta «é uma luta de grande coesão e unidade» em defesa de um contrato coletivo de trabalho e do fim da precarização do trabalho no sector.

«É uma luta que não só reclama a exigência de um acordo coletivo de trabalho, que regule as relações de trabalho dentro dos aeroportos, mas acima de tudo é uma luta contra a precariedade», disse à agência Lusa, denunciando que «o aeroporto da Portela é um antro de precaridade» ao nível deste setor.