A decisão eleva para 24,5 milhões o total de veículos que a empresa já chamou à revisão, depois de os airbags defeituosos terem estado ligados à morte de oito pessoas.

O defeito pode levar o mecanismo a explodir, projetando estilhaços metálicos na direção do condutor e do passageiro.

“Tal como outros fabricantes, estamos a investigar os veículos no mercado relacionados com esta questão e descobrimos que alguns airbags têm uma densidade de gás desequilibrada, que receamos que possa causar dano”, afirmou o porta-voz da Honda.

“É uma medida preventiva e, ao contrário de outras chamadas às oficinas, não vamos aguardar pelos resultados finais da investigação”, acrescentou.