"Num país membro da eurozona, o respeito pelas normas gerais de Direito, pela separação de poderes, dando a primazia à expressão dos órgãos democraticamente eleitos, respeitando garantias jurídico-institucionais modeladas e estabelecidas pelo regulador e supervisor, Banco de Portugal, leva milhares de cidadãos a exigir a imediata reposição da nossa posição como credor privilegiados do Novo Banco", lê-se no documento.


"Coloca-nos no primeiro lugar da hierarquia de credores do Novo Banco. Apenas o Banco de Portugal agora desconsidera essa posição, ao ter condicionado as suas deliberações anteriores à resolução, e posteriores, de 03 de agosto e comunicado de dia 14 de agosto de 2014, por novas deliberações lesivas de direitos e com vícios materiais, em fevereiro e maio de 2015", realçou a AIEPC, segundo a Lusa.









As culpas atribuídas ao Banco de Portugal


"O Banco de Portugal é assim o único responsável legal pelo uso indevido do mesmo na capitalização do Novo Banco e em pagamentos indevidos ao Montepio e Millennium BCP", destacou.