«Estou profundamente confiante na justiça. Tratou-se de uma calúnia sem fundamento, feita em 2012, sobre pretensos factos ocorridos há 11 anos (2003-2004) e que, estou certo, será completamente esclarecida», afirma Miguel Horta e Costa, numa declaração escrita enviada este sábado à agência Lusa.