“A nossa posição é clara. Alteraram-se as posições do Parlamento português, mas não se alteraram as posições dos organismos das entidades internacionais”.


"Sentimos que, pelos sinais que foram dados dos acordos recentemente anunciados, que alguma desta estabilidade pode estar ameaçada, pressentimos que há uma tentativa de deslocalização do que é tratado na concertação social para o Parlamento".

 

"Não poderemos e não permitiremos essa deslocalização do acordo - e isso mesmo transmitimos ao Sr. Presidente - porque o país precisa de dois pilares de estabilidade: o político e o social. Não permitiremos que a concertação social seja esvaziada. Há uma tentativa de retirar, de esvaziar a importância da concertação social e doa acordos que foram estabelecidos para dar ao parlamento funções que são da concertação social".


Estas declarações já obtiveram resposta da CGTP, tendo Arménio Carlos avisado os empresários que “é o Governo que atualiza o salário mínimo”.