A suspensão ou cancelamento de rotas da TAP “é uma mera medida de gestão”, dizem os sindicatos. É a reação à polémica instalada entre o presidente da Câmara do Porto, a TAP, e que já se estendeu a Vigo.

A plataforma que reúne oito sindicatos da TAP esteve esta sexta-feira reunida com o Governo e recebeu a garantia que vai ser cumprido o acordo assinado com o anterior governo e que impede que haja despedimentos durante dois anos e meio.

Os sindicatos reuniram com o atual Executivo e ficaram a saber que o novo memorando entre o Estado e os privados vai ser conhecido para a semana.

A Comissão de Trabalhadores da TAP saiu insatisfeita da reunião desta quinta-feira com o secretário de Estado das Infraestruturas, defendendo que a transportadora deveria permanecer 100% pública e opondo-se ao acordo realizado entre o Governo e o consórcio Gateway.

Foi o primeiro encontro com o Governo depois do acordo com o consórcio Gateway para que 50% do capital da empresa ficasse no Estado.