O Fundo Monetário Internacional (FMI) está à espera que o Governo angolano diga se mantém o seu pedido de assistência financeira, feito numa altura em que o preço do barril de petróleo estava mais baixo.

A informação foi avançada à imprensa esta segunda-feira pelo chefe da missão do FMI, o economista brasileiro Ricardo Velloso, dia em que manteve um encontro com a quinta comissão de Economia e Finanças da Assembleia Nacional, que serviu para se informar sobre novas leis para impulsionar a diversificação económica de Angola.

A missão do FMI realizou uma visita de trabalho de duas semanas a Angola, a primeira de várias que vão ocorrer no país, no âmbito das negociações sobre o pedido das autoridades angolanas para este programa financeiro, que teve como objetivo a recolha de dados para a formação de políticas económicas.

FMI sugere aplicação de IVA no país para aumentar receitas

O FMI considerou esta segunda-feira fundamental para a manutenção da arrecadação de receitas a implementação de um Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) num futuro próximo em Angola.

A posição foi manifestada pelo chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), Ricardo Velloso, que durante duas semanas esteve em Angola a recolher dados para a execução de um programa financeiro, a pedido das autoridades angolanas.

Em declarações à imprensa, no final de um encontro com a quinta comissão de Economia e Finanças da Assembleia Nacional, o economista brasileiro que lidera esta missão disse que foram abordados temas importantes para o futuro de Angola, nomeadamente a possibilidade, dentro da reforma tributária levada a cabo pelo Governo angolano, se implantar um imposto sobre o valor acrescentado.