A troika já aprovou as medidas alternativas apresentadas pelo Governo para compensar o chumbo do Tribunal Constitucional à convergência das pensões, segundo o Diário Económico.

As contas apresentadas pelo Executivo foram validadas pelos peritos internacionais, tendo sido dada a garantia de que, se for preciso, a execução orçamental deste ano será apertada para cumprir a meta de 4% definida para o défice.

A discussão sobre o programa cautelar, que estava agendada para dia 27 deste mês, foi adiada para abril.

Assim que for possível, o Tesouro quer voltar a emitir dívida a longo prazo, com o objetivo de pré-financiar 2015.

Outro dos objetivos do Governo é levar à mesa de negociações um Documento de Estratégia Orçamental com uma linha credível de redução de despesa e, se possível, validada pelo PS.