“Estão a fazer tudo para tentar desvalorizar os salários, tentar desvalorizar o trabalho, como se o trabalho fosse um favor e não uma riqueza indispensável ao país”, alertou Francisco Braz, presidente do STAL.


“A grande luta que neste momento se coloca, em vésperas de eleições, a todos os trabalhadores e aos portugueses em geral é conhecer as propostas do PSD e do CDS, que continuam a ser escondidas, precisamente porque são mais do mesmo", afirmou à Lusa o secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, que participou na ação do STAL.




"Se é verdade que o PSD e o CDS apontam para uma redução de 600 milhões de euros nas reformas dos atuais pensionistas, também é verdade que a proposta do PS, com a redução de quatro pontos percentuais na taxa social única, aponta para uma redução da proteção social e das reformas no futuro", criticou.


“Quando se fala que se está a criar mais emprego, também é preciso dizer que tipo de emprego é que se está a criar. Entre outubro de 2013 e junho de 2015, dos empregos criados em Portugal, 84% eram empregos precários”, acrescentou o dirigente da intersindical.