O lucro da EDP caiu 7% para 587 milhões de euros no primeiro semestre deste ano em relação ao período homólogo, penalizado pelas condições atmosféricas adversas na Península Ibérica, Brasil e EUA e por efeitos cambiais.

Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a elétrica liderada por António Mexia explicou que “em Portugal, a hidraulicidade no primeiro semestre ficou 25% aquém da média histórica, o que compara com uma hidraulicidade 37% acima da média primeiro semestre de 2014”, de acordo com a Lusa.

Já no Brasil, a intensificação da seca nos primeiros seis meses do ano conduziu a um défice de geração hídrica de 20%.