Os portugueses apontados como ilegais numa obra da Teixeira Duarte em Maputo não se encontravam no local, no momento da inspeção das autoridades moçambicanas, estando apenas registados como visitas, disse esta terça-feira à Lusa fonte da empresa em Moçambique.

Dos 16 estrangeiros declarados pela Inspeção-Geral do Trabalho (IGT) moçambicana em situação ilegal, "quatro ou cinco são portugueses" e todos estavam registados como "visitantes" da obra da Teixeira Duarte para o Banco de Moçambique, no centro de Maputo, declarou um representante da construtora, que pediu para não ser identificado, alegando um acordo de confidencialidade com o cliente.

A mesma fonte assegurou à Lusa que a inspeção não detetou nenhuma irregularidade na Teixeira Duarte e que todos os casos dizem respeito a subconcessionárias, que "foram notificadas perante a situação de algumas pessoas como estando ilegais".