Desde 2011 as empresas públicas de transportes e a Refer (Rede Ferroviária Nacional) gastaram 14,8 milhões de euros com as rescisões amigáveis. De 2011 até Abril deste ano a redução foi de 20%, o que equivale à dispensa de 3183 trabalhadores.



O ano de 2013 assistiu à maior fatura de rescisões, que representaram um custo de 6 milhões de euros. Já nos primeiros quatro meses deste ano as empresas gastaram 2,3 milhões de euros, com a saída de cerca de 170 colaboradores, lê-se no jornal i. Durante este período de tempo, os custos com pessoal reduziram-se para 10 milhões de euros por mês, valor que também inclui os cortes salariais.

Considerando os encargos em 2010 o jornal i sublinha que, no total, o processo de redução de efetivos já custou às empresas 16,1 milhões de euros.

Nos primeiros quatro meses de 2014, o sector conheceu uma margem operacional positiva de 9 milhões de euros, valor que representa uma queda face aos 12,3 milhões de euros obtidos em Abril de 2013. A redução das indemnizações compensatórias explicam essa quebra já que sem esse efeito a margem seria de 26 milhões de euros.

Nos próximos dias o Governo vai lançar os concursos para a concessão do serviço de transportes urbanos em Lisboa e no Porto.