O crescimento do emprego na zona euro desde 2013 foi mais intenso do que o estimado, segundo o Banco Central Europeu, que elogia Alemanha e Espanha pelas medidas tomadas e insta outros países a adotarem reformas adicionais.

Num artigo do boletim económico hoje divulgado, o Banco Central Europeu (BCE) afirma que a recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro desde o segundo trimestre de 2013 foi acompanhada de um crescimento do emprego maior do que o previsto.

O BCE sublinha "uma possível mudança estrutural na relação subjacente entre o emprego e o PIB" e considera que se produziu uma melhoria da relação entre o emprego e o crescimento do PIB.

Em Portugal, e segundo as últimas estimativas divulgadas pelo gabinete de estatística europeu, para o primeiro trimestre de 2016, a variação na criação de  emprego foi de  0% na comparação com o trimestre anterior (0,7% no último de 2015). Em relação ao homólogo, Portugal também fica a abaixo da média europeia com o emprego a subir 1,1%.

Em julho, o ministro da tutela, Vieira da Silva as medidas ativas de emprego vão evoluir no sentido de fomentar e premiar a criação de emprego efetivo, em vez de continuarem orientadas para o estímulo a qualquer tipo de contratação.