«Avançámos para a greve de 24 horas porque é a única maneira que temos de todos os trabalhadores da empresa conseguirem estar no plenário. O facto de a greve ser de 24 horas não significa que os autocarros vão estar parados esse tempo, pois os trabalhadores são livres de decidir se vão ou não trabalhar depois do plenário», disse à Lusa João Saúde, da Fectrans.






«É um valor acima da taxa de inflação esperada. Tendo em conta a perda de 1,6 milhões de passageiros em 2014 e os fatores externos que ocorreram no início de 2015, tais como a manutenção do tarifário, o aumento significativo dos impostos no gasóleo, a reposição do custo do trabalho suplementar e o resultado líquido negativo da empresa em 900 mil euros, a TST fará um enorme esforço financeiro para poder continuar a manter os postos de trabalho e, desta forma, minorar estas repercussões na vida dos seus colaboradores.»