A representação permanente do FMI em Portugal vai fechar no último dia de setembro, a quatro dias das eleições legislativas, revela o Negócios. Albert Jaeger, que esteve em Lisboa quatro anos, volta a Washington.

A decisão do Fundo foi a de não designar um novo representante. Normalmente, um representante do FMI durante três anos, o que, no caso de Portugal, até se estendeu para quatro anos.

A saída da missão permanente do Fundo em Portugal surge mesmo na véspera das eleições legislativas já convocadas para o dia 04 de outubro.

Esta decisão não altera, no entanto, as missões de monitorização pós-programa de resgate, pelo que os técnicos do Fundo vão continuar a visitar Lisboa e a acompanhar os trabalhos do próximo Governo duas vezes por ano até que Portugal reembolse a maioria do empréstimo internacional concedido.