Os bancos portugueses aumentaram a sua exposição ao Banco Central Europeu em 2,2% para 28.178 milhões de euros em Março, face ao mês anterior, mas ainda em valores bem distantes do pico acima dos 60.000 milhões, no auge da crise soberana, em 2012.

O financiamento junto do BCE foi crucial para a banca nacional garantir a liquidez durante a dura da crise soberana entre 2012 e 2013, período durante o qual o mercado interbancário esteve fechado.

A partir daí, com o forte alívio do prémio de risco soberano de Portugal, o final do resgate e o fim da recessão, os bancos têm diminuído o recurso junto do BCE.
Em fevereiro, o recurso da banca portuguesa ao BCE fixou-se nos 27.561 milhões de euros.