O Orçamento Geral do Estado angolano revisto, com votação final na sexta-feira e que aumenta o endividamento público devido à crise petrolífera, prevê que o serviço da dívida pública custe 32,4 milhões de euros por dia.

Esta revisão, decidida pelo Governo angolano face à quebra nas receitas com a exportação de crude no primeiro semestre de 2016, coloca as operações de dívida pública para este ano em 2,213 biliões de kwanzas (11,8 mil milhões de euros).

É o equivalente a 31,8% do total da despesa.

No Orçamento ainda em vigor, essa mesma componente ascendia a 1,834 biliões de kwanzas (9,8 mil milhões de euros), pouco mais de 28,5% da despesa total.

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