A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) voltou esta segunda-feira a perspetivar uma melhoria da atividade económica em Portugal e para o conjunto da zona euro, assim como para os principais países que integram a organização.

De acordo com os indicadores compósitos avançados de outubro divulgados pela OCDE - que identificam tendências de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses ¿ para Portugal, mantém-se a subida das expectativas de recuperação da economia registadas há mais de um ano, estando os indicadores nos 101.52, acima da média de longo prazo de 100 pontos.

A tendência verifica-se também na zona euro, cujos indicadores compósitos ficaram nos 100.92 pontos em outubro, nomeadamente Espanha (102.36) e a Grécia (101.77).

A OCDE refere que os indicadores compósitos avançados demonstram que as 17 economias da zona euro «continuam a indicar uma mudança positiva», destacando os casos de França (100.20) e de Itália (101.14).

Quanto às maiores economias mundiais, a Organização indica que há «sinais de melhores perspetivas económicas», estando o Japão acima da média de crescimento e o Reino Unido a consolidar o seu crescimento.

Nas economias emergentes, os indicadores compósitos avançados indicam que o Brasil está dentro da média, ao passo que a China, a Rússia e a Índia apresentam uma «tentativa de mudança positiva.