O Ministério das Finanças argumenta que a proposta da Apollo para a compra do Banif chegou fora de prazo e não era vinculativa.

É a reação do Governo à notícia avança esta sexta-feira pelo Público, que dizia que o Banco de Portugal impôs ao Governo a solução Santander para o Banif, em detrimento de uma oferta da Apolo, que teria imputado perdas máximas aos contribuintes de cerca de 700 milhões de euros, quase quatro vezes menos do que o dinheiro que o Estado tem agora em risco na operação.

“A proposta da Apollo chegou fora do prazo de entrega e não era vinculativa, ao contrário do que estipulava o caderno de encargos do concurso estabelecido pela administração do Banif”, sublinha o esclarecimento às perguntas colocadas pela TVI.


A nota diz ainda que o fundo norte-americano, para tornar a proposta vinculativa, “necessitava de um tempo que excedia o calendário definido pelas autoridades europeias para fechar o negócio”.