A comissão de reforma do modelo da ADSE defende que a entidade deve tornar-se numa pessoa coletiva de direito privado. E acrescenta também que o Estado não deve ter responsabilidade financeira mas deve acompanhar a atividade.

Na versão preliminar da proposta de reforma, noticiada pelos jornais i e Negócios, a comissão defende a separação das duas componentes da ADSE mantendo-se apenas nas futuras entidade a proteção da doença, enquanto que a cobertura dos acidentes de trabalho passaria para a responsabilidade do Estado

Agora o documento preliminar segue para discussão pública. Atualmente, a ADSE presta assistência a mais de um milhão de beneficiários e vive exclusivamente das contribuições mensais dos funcionários públicos que descontam 3,5% do salário.