Depois da derrocada de ontem, as ações do BCP estão a recuperar e valorizam 2,19% para 0,027 euros.

Ontem o banco liderado por Nuno Amado caiu para valores de há quatro anos e perdeu mais de 10% em bolsa. O título foi penalizado pela saída do índice MSCI – a que agrega títulos de média dimensão em cerca de 23 mercados – e também por receios que dão conta de que, por exemplo, a corrida ao novo banco vai exigir um aumento de capital e deixa a instituição mais vulnerável.

Uma preocupação transmitida pelo Goldman Sachs que, numa nota de research, coloca ao BCP na lista dos vulneráveis e o compara com o espanhol Banco Popular.

Hoje o francês Société Générale reduziu a recomendação das ações do banco de "comprar" para "neutral", de acordo com a Bloomberg.

O BPI abriu positivo e já cai 0,07% para 1,152 euros.

Mas maiores subidas chegam dos CTT que valoriza 1,24% para 8,1% euros, da The Navigator que cresce 1% para 2,90 euros e da Pharol que sobe 3,5% para 0,148 euros.

Na energia o dia também está positivo, a aguardar pelas decisões que possam surgir da reunião dos países exportadores de petróleo (OPEP) que decorre hoje em Viena. A Galp cresce 0,73% para 11,80 euros, a EDP avança 0,51% para 2,94 euros e a Renováveis 0,87% para 6,935 euros. Só a REN teima a linha de água com cada papel nos 2,617 euros.

Além da reunião dos gigantes do petróleo, os analistas vão estar também atentos à reunião do Banco Central Europeu, embora não sejam esperadas grandes novidades.