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O lugar onde eu fiquei

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Alfredo Cunha fotografou uma das imagens icónicas do regresso de portugueses das ex-colónias

Reportagem de Catarina Canelas | Imagem de João Franco | Edição de imagem de Miguel Freitas

 

Em pouco meses, mais de meio milhão de pessoas deixaram tudo. Para trás ficaram as casas, os bens, os animais, os sonhos e os projetos de vida.

Naquela hora, naquele minuto, muitas famílias foram separadas para fugir à guerra, apenas com a roupa do corpo.

A maioria veio de Angola na ponte aérea, uma das maiores de sempre.

Mas muitos outros fizeram-se de traineira ao mar ou desafiaram, de carro, o calor e o pó do deserto de um dos locais mais inóspitos de África.

Há mais de 40 anos, a esta hora, muitos portugueses já com o rótulo de retornados, lutavam pela sobrevivência.

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Repórter TVI: O lugar onde eu fiquei (1ª parte)

“O Lugar Onde Eu Fiquei” é uma grande reportagem de Catarina Canelas com imagem de João Franco e edição de imagem de Miguel Freitas. 

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Repórter TVI: O lugar onde eu fiquei (2ª parte)

Reportagem de Catarina Canelas

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Imagens inéditas da maior fuga da história de cidadãos portugueses

"O lugar onde eu fiquei" é uma grande reportagem da jornalista da TVI Catarina Canelas sobre a fuga de Angola em 1975

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21ª Hora - 7 de novembro de 2016

"O Lugar onde eu Fiquei" - O debate

A TVI juntou três dos protagonistas da história dos retornados de Angola para Portugal: Fernando Dacosta, o primeiro jornalista a tratar do tema do regresso e integração dos retornados a Portugal, comandante Gabriel Cavaleiro, que fez dezenas de pontes aéreas entre Luanda e Lisboa, e Diamantino Pereira Monteiro, jornalista em Sá da Bandeira quando rebentou a guerra civil. 

 

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Veio das ex-colónias em 74/75?

Envie aqui fotos e vídeos, conte-nos a sua história.

Catarina Canelas