logotipo tvi24

Robert Pires: em Kharkiv a desejar «rojões e sardinhas» portugueses

Antigo internacional gaulês não renega as raízes minhotas. Reportagem-Maisfutebol

Por:
/ enviado-especial à Polónia e Ucrânia    |   2012-06-16 22:56

Um campeão do mundo com a cabeça em Portugal. Robert Pires, antigo internacional francês, está em Kharkiv na pele de comentador televisivo, mas já só pensa nos 15 dias de férias em São João da Ribeira (Ponte de Lima).

«Todos os anos passo um período a descansar em casa dos meus pais», referiu Pires, na bancada do Estádio Metalist. «Vou para lá e é só engordar. Rojões, sardinhas assadas, adoro aquilo», sublinha ao Maisfutebol, confessando não resistir a este devaneio gastronómico.

«Cristiano Ronaldo tem demasiada pressão»

Serve a introdução para lhe relembrar as raízes portuguesas de Pires, 38 anos. Deixou de jogar em maio de 2011, ao serviço do Aston Villa, e continua a viver em Londres com a família. Por cumprir ficou o sonho do seu pai.

«Nunca pude jogar no Benfica. Foi pena. Estive perto, mas depois não se proporcionou. Estou numa fase diferente da minha vida e a aproveitá-la o mais possível. Se não for ter agora com os meus pais eles matam-me», atira entre sorrisos, numa simplicidade desarmante.

Robert Pires nasceu em França, mas é filho de um emigrante minhoto em França. Vestiu as camisolas de Metz, Marselha, Arsenal, Villarreal e Aston Villa. Ao serviço da seleção gaulesa contabilizou 79 jogos e 14 golos. Foi campeão mundial em 1998 e europeu em 2000.

Partilhar
EM BAIXO: França vs Grécia 3
França vs Grécia 3

Votações: saiba quem é o treinador e o jogador do ano
Leitores escolheram Paulo Fonseca e Matic
Conheça a nova camisola do Vasco da Gama
Uniforme do cruzmaltino só é divulgado oficialmente este sábado
LC, a final alemã (I): tudo começou com um túnel de Capucho
Como o «fussball» se reinventou na última década
EM MANCHETE
Governo quer serviços mínimos na greve dos professores
Ministério da Educação garante que existem «todos os instrumentos» para a realização dos exames nacionais, mas sindicatos contestam requisição a 17 de junho
UGT apoia greve geral da Função Pública em junho
Chamar palhaço a Cavaco Silva «teve alguma piada»
PUB